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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

S.O.P.A., P.I.P.A. e A.C.T.A.

Três contratos que podem acabar com a internet que hoje conhecemos.

A S.O.P.A.
O Stop Online Piracy Act, traduzido, Lei de Combate à Pirataria Online, abreviado como SOPA, é um projeto de lei da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos de autoria do representante Lamar Smith e de um grupo bipartidário com doze participantes. O projeto de lei amplia os meios legais para que detentores de direitos de autor possam combater o tráfico online de propriedade protegida e de artigos falsificados. No dia 20 de janeiro, Lamar Smith suspendeu o projeto. Segundo ele, a SOPA será suspensa "até que haja um amplo acordo sobre uma solução“.



O projeto tem sido objeto de discussão entre seus defensores e opositores. Os que estão a favor afirmam que proteger o mercado de propriedade intelectual e sua indústria leva à geração de receita e empregos, além de ser um apoio necessário nos casos de sites estrangeiros. Os seus oponentes alegam que é uma violação à Primeira Emenda, além de uma forma de censura e irá prejudicar a Internet.

A P.I.P.A.

O PROTECT IP Act (Preventing Real Online Threats to Economic Creativity and Theft of Intellectual Property Act, or PIPA) é uma lei proposta com o objetivo de dar ao Governo dos EUA e aos donos de patentes registadas mais maneiras de acessar a “maus websites com o objetivo de piratiar e falsificar essas patentes", especialmente os que estão registados for a dos EUA. A lei foi proposta a 12 de maio de 2011 pelo Senador Patrick Leahy. O Congressional Budget Office estimou que a implantação da lei iria custar 47 milhões de dólares ao Governo americano até 2016, para cobrir os custos reforçados e contratar e treinar 22 novos agentes especiais e 26 membros do staff. O Senate Judiciary Committee passou o contrato, mas o Senador Ron Wyden suspendeu-o, por agora.


O PIPA é um remake do Combating Online Infringement and Counterfeits Act (COICA), que falhou, quando tentou passar em 2010. Uma versão similar, SOPA, foi introduzida em 26 de outubro de 2011.
Com todos os protestos nas ruas a 18 de janeiro de 2012 Senador Líder Harry Reid que o voto à lei seria adiado até todos os problemas a ela relacionados serem resolvidos.
Basicamente, se alguns ou todos estes contratos forem aceites, muitos dos sites que consideramos cruciais à nossa vida e à internet poderão acabar por completo, como o Youtube, o Facebook, o Google, a Wikipédia, e muitos outros…
Para além disso, apenas por se fazer upload de um vídeo com uma música de fundo já existente ou a divulgação de sites que possam ajudar à pirataria, pode levar uma pessoa a ser acusada de cumplicidade de crime, e até a ser presa, como é o exemplo do fundador da MegaUpload, que foi preso há uns dias.



A A.C.T.A.
O Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ACTA) é um acordo com o propósito de estabelecer um reforço das bases de segurança para os direitos intelectuais dos autores. O acordo pretende alcançar uma “caça” intenacional à pirataria e às cópias ilegais, genéricos, na medicina e infrija as leis de patentes na internet, e que criaria novas imitações for a das oficiais, como o World Trade Organization, a World Intellectual Property Organization ou a United Nations.
O acordo foi proposto a 1 de outubro de 2011 pela Austrália, pelo Canadá, pelo Japão, por Morrocos, pela Nova Zelândia, pela Singapura, pela Coreia do Sul e pelos EUA. Em Janeiro deste ano, a UE e 22 dos seus membros assinaram também, recolhendo um total de 31 assinaturas.

Os apoiantes descreveram o como uma resposta ao “aumento da troca global de bens contrafeitos, patentes piratiadas e trabalhos protegidos", enquanto que os oponentes lamentam que esta lei vá contra os direitos civis e da população, incluindo a liberdade de expressão e a privacidade de comunicação. Outros, como a Electronic Frontier Foundation, concordaram em excluir grupos da sociedade civil, países em desenvolvimento e o público geral do processo de negociação e descreveram o acordo como um “pequena lavagem da política”. A assinatura da EU e dos seus 22 membros resultou no protesto do Parlamento Europeu.

Resumo geral

Basicamente, se alguns ou todos estes contratos forem aceites, muitos dos sites que consideramos cruciais à nossa vida e à internet poderão acabar por completo, como o Youtube, o Facebook, o Google, a Wikipédia, e muitos outros…
Para além disso, apenas por se fazer upload de um vídeo com uma música de fundo já existente ou a divulgação de sites que possam ajudar à pirataria, pode levar uma pessoa a ser acusada de cumplicidade de crime, e até a ser presa, como é o exemplo do fundador da MegaUpload, que foi preso há uns dias.

Bibliografia


Trabalho realizado por Filipe Medeiros, Nº8, 9ºC

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Razer Project Fiona - Um tablet e um PC





O Razer Fiona, exposto na CES, é basicamente um PC e um tablet ao mesmo tempo. O Fiona assemelha-se a um iPad com comandos Playstation Move de lado, e é a tentativa da Razer de criar um tablet com verdadeiras capacidades de jogo.




A Razer ainda não forneceu todas as características, mas sabe-se que terá:


-Processador Intel Core i7;


-Sistema de som Dolby 7.1 surround;


-Ecrã tátil de 10 polegadas com multitouch, 1280x800;


-WiFi;-Bluetooth 2.0;-Sistema Operativo: Windows 8;


-Force Feedback;


-Acelerómetros.


A principal diferença entre o Fiona e outros tablets está no processador de alta qualidade e nos comandos, com manípulos analógicos e botões para os jogos, resolvendo o problema dos controlos imprecisos e desconfortáveis dos touchscreen. Estes comandos atualmente são fixos, mas o Fiona ainda é um protótipo.


Segundo a Razer, o Fiona suportará todos os jogos para PC, sendo possível ligar um rato e um teclado. Custará cerca de 1000€ e talvez seja produzido no último trimestre deste ano.



Este produto tem uma forte concorrência - PSVita, tablets e ultrabooks - e um preço elevado para o jogador casual, mas é excelente para jogadores hardcore, apesar de ainda precisar de algumas melhorias.



Franceses criam rede social para animais de estimação






Eu escolhi esta notícia, pois acho que as redes sociais estão a ter um papel bastante importante na sociedade e também porque achei curioso o facto de ser uma rede social dedicada apenas aos animais.
A notícia foi retirada do Jornal de Notícias (online), do dia 12 de janeiro de 2012.Uma agência de comunicação francesa criou uma rede social para animais de estimação, a “Yummypets”.

Esta rede está a ser um sucesso: em apenas 3 meses esta rede, apesar de ser exclusivamente em francês, já tem cerca de 4 mil membros (uma média de 150 membros novos por dia).A “Yummypets” funciona da mesma forma que qualquer outra rede social:Cada membro cria o perfil do seu animal de estimação;Coloca fotos; Pode publicar vídeos e outras coisas;Pode tornar-se amigo de outros animais de estimação e até votar nos seus preferidos.A criação desta rede social deveu-se ao facto de os criadores desta sentirem que faltava na Internet um espaço relacionado com a problemática animal.
Os membros da Yummypets enviam cerca de 50 e-mails por dia a pedirem novas funcionalidades. Na semana passada, lançaram o top 5 dos mais bonitos e dos mais feios e rapidamente alcançaram as 20 mil entradas.Como é óbvio, não é o próprio animal que interage no computador, mas sim o seu dono, que consegue, a partir desta rede social, tirar dúvidas com outras pessoas que possuam o mesmo animal de estimação.
Dos animais inscritos: 40% são gatos, 35% são cães, 12% roedores, 8% cavalos 2% referem-se a répteis, canários, cabras e peixes.
Eu tentei fazer alguma pesquisa adicional, no entanto, não encontrei nada, pois tudo o que encontrava era cópias da notícia original.Podemos então concluir que a internet e todas as redes sociais são uma nova forma de comunicação, bastante útil e que tem imensos seguidores.








Trabalho realizado po: Ana Paula Costa, nº3- 9ºC

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Jovem desenha carro que anda em terra e na água

Notícia
Publicado em 2012-01-05
Um chinês, de 21 anos, criou um design ousado para um carro que vai funcionar tanto na estrada, como no gelo e na água.
Yuhan Zhang criou o carro Volkswagen Aqua, no âmbito de um concurso promovido pelo fabricante de automóveis alemão.














O veículo, baseado em tecnologia já existente, tem um design elegante e moderno, com quatro ventoinhas e airbags que fazem com que o carro flutue como um hovercraft.




Características

Além de versátil, o Volkswagen Aqua é ecológico.





















Os dois motores do carro são alimentados por uma célula de combustível de hidrogénio, com zero emissões de carbono.

Yuhan Zhang espera que toda a gente possa ter acesso a este veículo, um dia.


Bibliografia


http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=2220586


Trabalho realizado por:

Tiago Carvalho, Nº25, 9ºC